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Sehinggakonsumen bisa langsung memakai mobil tanpa rasa khawatir. “Kami hanya memilih mobil yang tidak pernah mengalami kecelakaan besar, tidak ada kerusakan rangka, tidak bekas banjir, serta kilometernya tergolong rendah untuk ditawarkan kepada konsumen, ini yang kami sebut sebagai Carsome Certified,” tambah Delly.
PariwisataDari Wikipedia Indonesia, ensiklopedia bebas berbahasa Indonesia. Langsung ke: navigasi, cari Sebuah perahu turis di Sungai Seine di Paris, Perancis Pariwisata atau turisme adalah suatu perjalanan yang dilakukan untuk rekreasi atau liburan, dan juga persiapan yang dilakukan untuk aktivitas ini.Seorang wisatawan atau turis adalah seseorang yang melakukan
Mempercantikkuku dengan memakai kuteks adalah salah satu cara merawat diri, memakai kuteks kuku ada caranya sendiri agar kuteks lebih tahan lama - Halaman 2 Bagikan Pengalaman membacamu. Masukan anda membantu pembaca lain menemukan produk terbaik. Klik di sini. Mobil Mini Cooper S Turbo 2011 Putih Seken Siap Pakai - Bantul
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Jadi memakai mini cooper atau Morris sebenarnya sangat irit karena hanya membutuhkan bensin 1 liter untuk menempuh perjalanan 16 kilometer. Pada akhir tahun 1960-an, mobil Morris pernah populer ketika berjaya dalam reli di Mo ntecarlo, Italia. Saat ini mobil Morris maupun mini cooper sudah banyak modifikasinya, apalagi setelah bergabung dengan
Pengalamanberkendara yang intens dan murni diwujudkan oleh mesin yang sejauh ini merupakan yang paling kuat yang pernah digunakan dalam varian Mini 3 Door. dengan knalpot yang diberi pelapis stainless dan spionnya memakai cover warna silver. Mini John Cooper Works GP dengan harga Rp1,5 miliar. Tinggalkan Kebiasaan, Mini Siapkan
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Você deve estar se perguntando se não houve um engano e publicamos as fotos do Mini atual em vez da nova versão. Mas não há erro a terceira geração é esta mesmo que está aqui – e é totalmente diferente da que está à venda o Brasil. A lógica da marca britânica é bem clara se o sucesso do carrinho se deve ao charme do seu estilo retrô – inspirado no clássico lançado em 1959 -, por que mudá-lo? Com esta geração F56, no entanto, a Mini quer ser mais do que uma fabricante de automóveis descolada para clientes urbanos moderninhos. Ela também almeja ser uma alternativa aos hatches europeus de grande volume de vendas, como os da Volks, Peugeot ou Citroën. Visualmente ele parece o Mini de sempre, que passará a oferecer uso mais prático no dia a dia, interior de melhor qualidade e mais emoção ao volante até nas versões mais básicas, que hoje ficam devendo potência. Até agora quem queria se divertir de verdade com um Mini era obrigado a recorrer ao Cooper S 184 cv ou ao John Cooper Works 211 cv. O Mini One 98 cv e o Cooper 120 cv eram carros sem energia, com motores cujo fôlego não correspondia ao que se espera da grife. Mas isso é passado. A partir de julho, quando o novo modelo chega ao Brasil, esse cenário vai mudar. O carro ficou mais alemão que inglês, pois estreia a plataforma UKL da BMW dona da Mini, de tração dianteira, que em breve dará origem a outros lançamentos, como o futuro Série 1, e oferecerá novas possibilidades de tecnologias e de motores. E esta é a fonte da transformação do Mini enquanto o antigo aspirado de 120 cv tornava o Cooper um carro apático, seu sucessor será um três-cilindros turbo de 136 cv. São só 8 segundos para acelerar de 0 para 100 km/h os 22,4 mkgf de torque ajudam bastante e ele atinge 210 km/h. Muito bom, considerando que o consumo ainda melhorou em 20%, segundo a fábrica. Já o Mini One sobe para 102 cv e 18,4 mkgf o anterior tinha 15,6. Às novas motorizações somam-se a direção precisa e a suspensão muito mais tolerante a pisos irregulares, que ainda pode ser regulada por um botão rotativo que também altera os ajustes de motor e transmissão. Se você acha que 136 cv ainda é pouco, há o Mini Cooper S, que ganhou um motor da BMWque tem 400 cm3 a mais e ainda é 7 kg mais leve de 192 cv de potência e até 30,6 mkgf de torque, suficientes para um 0 a 100 km/h de 6,8 segundos e máxima de 235 km/h versão manual. No nosso test-drive em Porto Rico, ficou evidente como a direção – agora com assistência variável em função da velocidade – está mais leve, sem perder a tradicional precisão da Mini. Com a geometria dianteira diferente e um eixo traseiro multilink novo, a suspensão mostra grande eficiência em curvas e não incomoda mais os passageiros mesmo em pisos mal-conservados, como ocorria com frequência na geração anterior. A melhoria de estabilidade também se deve ao aumento das dimensões 10 cm no comprimento, 4,4 cm na largura e 2,8 cm no entre-eixos. Perto do limite, o Cooper S apresenta uma perda de controle progressiva, e não radical como era antes, que chegava a provocar alguns sustos. Ao contrário do exterior, o interior mudou a olhos vistos. A começar pelo painel o enorme mostrador central deixou de abrigar o velocímetro, que migrou para o lugar tradicional, atrás do volante. Ele também perdeu o estilo “cabeça de Mickey”, sem as duas saídas de ventilação circulares que ficavam de cada lado. O conjunto foi substituído por um monitor multifunção, rodeado por um anel de luzes de leds, que “informam” o funcionamento do veículo. O motor foi desligado ou o ar-condicionado reajustado? O arco de luzes que pode ser desabilitado acompanha essas mudanças, combinando cores e movimentos. Outra novidade é o head-up display opcional, que projeta numa pequena placa de plástico bem à frente do motorista dados como velocidade, indicações do GPS ou placas de sinalização. Continua após a publicidade A cabine está um nível acima no quesito qualidade de construção, que até então não era condizente com o preço do carro. É nítida a melhoria nos materiais de revestimento e nos detalhes de acabamentos. Até os bancos dianteiros esportivos estão melhores, agora com um conforto aceitável até para ocupantes mais altos. Mas o banco traseiro continua apertado para adultos – aqui só há espaço para duas crianças. Resta o consolo de que o porta-malas cresceu de 160 para 211 litros, o que ainda é pouco. O conforto e a segurança também receberam um belo reforço faróis de leds, sistema de estacionamento automático, regulagem de distância para o veículo da frente, alerta de colisão iminente, câmara de ré, reconhecimento de placas de itens – nem sempre de série – que só existem graças à nova plataforma BMW. Mesmo com essa melhoria geral, os preços quase não subiram houve só um reajuste médio de 3% nos valores na Europa. Para o Brasil, a tabela não está definida, mas, se seguir a lógica europeia, ficará perto dos atuais 77 000 reais para o Mini One e 104 000 reais para o Cooper S. LINHAGEM INVERTIDA O Mini foi obra do designer britânico Alec Issigonis, que buscava na funcionalidade o razão de ser do seu carro muito pequeno por fora, espaçoso por dentro, tração dianteira e dirigibilidade capaz de fazer dele um campeão de rali. Produzido entre 1959 e 2000, o Mini foi reinventado no mesmo ano em que mudava de geração, dessa vez projetado pelos alemães da BMW, que buscavam nele o design à frente da praticidade. VEREDICTO Interior de melhor qualidade e mais equipamentos são bem-vindos, mas o grande avanço do Mini foi na esportividade, que já não fazia jus à expectativa dos seus donos. Continua após a publicidade Os automóveis estão mudando. O tempo todo. Acompanhe por QUATRO RODAS e também tenha acesso aos conteúdos digitais de todos os outros títulos Abril* Lançamentos, comparativos, notícias e o conteúdo certo para cuidar bem do seu carro ou escolher melhor o próximo. *Acesso digital ilimitado aos sites e às edições das revistas digitais nos apps Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH. * Pagamento anual de R$ 96, equivalente a R$ 2 por semana.
Mini Cooper S E é o primeiro modelo elétrico da marca produzido em série Divulgação/Mini 2021 tem sido um ano marcante para os elétricos no Brasil, isso porque diversos modelos de diferentes fabricantes já chegaram ou ainda vão chegar ao mercado. E não será para mera demonstração. É o caso do Mini Cooper S E, primeiro modelo elétrico da marca a ser vendido por aqui. Clique aqui e assine Quatro Rodas por apenas R$ 8,90 Disponível em três versões, tem preços próximos aos das configurações a combustão, aumentando a chance de convencer um cliente que busca por um Mini a levar um elétrico para casa. A prática vai na contra-mão de outras marcas, que distanciam os modelos de acordo com o tipo de propulsão. Cooper elétrico está à venda no Brasil por até R$ Divulgação/Mini A versão de entrada Exclusive, por exemplo, sai por R$ – mais em conta do que a convencional topo de linha a gasolina. A mais cara, Top Collection, custa R$ o mesmo cobrado pelo esportivo John Cooper Works. A terceira e intermediária Top, testada por QUATRO RODAS, parte de R$ Refinado e bem equipado O modelo é, sem dúvidas, o mais sofisticado e tecnológico dos compactos elétricos à venda no Brasil. A começar pelo acabamento, com materiais emborrachados por todo o painel incluindo nas partes inferiores, encaixes e arremates precisos, além de detalhes que cativam o comprador, como a bandeira do Reino Unido estampada no volante, nos encostos de cabeça, em botões laterais dos bancos e outros pormenores que não passam por economias. Interior do compacto elétrico é refinado e tecnológico Divulgação/Mini Os bancos são revestidos de couro, assim como o volante, e os botões cromados abaixo do ar-condicionado remetem a comandos de avião. Já o desenho do interior é típico de um Mini, com um pequeno quadro de instrumentos à frente do motorista neste caso, digital de 5 polegadas e anti-reflexo e uma grande central multimídia de 8,8 polegadas rodeada por um círculo que pode variar sua iluminação. No elétrico, ele pode acompanhar o modo de condução, permanecer em uma cor pré-definida ou mostrar a autonomia do veículo – neste último, as barras vão sumindo conforme a bateria é utilizada. Na configuração S E Top, a lista de equipamentos conta com assistente de estacionamento, faróis full LED direcionais, sistema de som premium Harman Kardon, head-up display, serviço de concierge, teto solar panorâmico e chave presencial. Modelo mostra sofisticação em materiais e detalhes da cabine Divulgação/Mini O modelo também pode ser conectado a um aplicativo disponível para Android e iOS, que disponibiliza todas as informações do veículo no celular, como odômetro, carga da bateria, situação das recargas com horário estimado para carga completa, localização em tempo real, além da possibilidade de executar ações como travar e destravar o carro, ou acender os faróis. Apesar de o aplicativo ser oferecido para Android, porém, a central multimídia só oferece a plataforma de espelhamento para iOS, ou seja, o Apple Carplay, ainda que essa política tenha começado a mudar nos BMW. Usuários de Android ficarão apenas com as conexões USB e Bluetooth, e poderão usar o sistema de navegação nativo do carro, com informações de trânsito em tempo real. Rodas de 17 polegadas têm desenho fora do convencional Divulgação/Mini Por fora, as diferenças do Cooper S E em relação aos “irmãos” a gasolina são poucas, mas bem aparentes. Na traseira, com lanternas que replicam a bandeira do Reino Unido, o elétrico ganha um círculo amarelo com a letra E estilizada no interior, identificando que ali não há motores a combustão. Na dianteira, o para-choque tem traços mais lisos. O destaque está nas laterais, com as rodas exclusivas do modelo – e que só equipam as versões Top e Top Collection. Com desenho assimétrico e nada convencional, as rodas de 17 polegadas com pneus 205/45 têm superfícies com losangos em baixo relevo. Na configuração Top, ar bordas das rodas repetem o tom de amarelo presente no logo da traseira e nas letras “S” pelo veículo. Teto degradê está disponível apenas para a versão mais cara, Top Collection Divulgação/Mini Além do motor elétrico O Mini Cooper S E precisa passar por alguns ajustes para receber a motorização elétrica, como na altura e no peso. Apesar de ficar 18 cm mais alto em relação ao Cooper S a gasolina, o eletrificado teve seu centro de gravidade reduzido em 3 cm. Ele também ficou 190 kg mais pesado e agora chega aos kg, recebendo, assim, um novo ajuste de suspensão. Uma nova estrutura de suporte também precisou ser desenvolvida para integrar o motor elétrico ao veículo, assim como uma unidade de bateria de alta voltagem na forma de um “T”, instalada na parte inferior central do Mini. A bateria tem capacidade de geração de energia de 93,2 Ah, além de 32,64 kWh de armazenamento, está dividida em 12 módulos e tem garantia de 8 anos ou km. Continua após a publicidade A bateria não é grande. Para efeito de comparação, o JAC e-JS1 tem 30,2 kWh e o Renault Zoe tem 52 kWh – e parte dos R$ Ainda nos reforços estruturais, o modelo recebeu um assoalho adaptado para a versão elétrica para reforçar a rigidez torcional. Na parte frontal, em caso de colisão a 50 km/h ou mais o sistema de propulsão é automaticamente desativado para evitar possíveis descargas elétricas que possam danificar os demais sistemas do veículo. Cooper elétrico é mais alto e pesado em relação ao modelo a combustão Divulgação/Mini Como anda? Todas as versões elétricas do Mini Cooper S E têm o mesmo motor de 184 cv e 27,5 kgfm, que limita a velocidade máxima a 150 km/h. De acordo com a marca, a limitação foi necessária pois, em velocidades mais altas, o consumo de energia torna-se muito alto, reduzindo a autonomia. Em movimento, o hatch mostra a agilidade típica de um compacto e desempenho de um modelo esportivo. O torque, assim como em todos os elétricos, entrega toda sua força instantaneamente. Isso se traduz em fortes acelerações, principalmente no modo Sport – que entrega desempenho máximo, mas cobra a conta na autonomia reduzida. Lanternas replicam a bandeira do Reino Unido; logotipo circular redondo identifica a versão elétrica Divulgação/Mini Prova disso é que, em nossos testes, o elétrico foi de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. As retomadas também surpreenderam, com apenas 2,9 segundos para ir de 40 a 80 km/h e 4,8 segundos para passar dos 80 aos 120 km/h. O Chevrolet Bolt fez a mesma prova em 8,1 segundos e, o Peugeot 208 e-GT, em 8,5 segundos. A dirigibilidade é prazerosa por unir o ótimo desempenho à direção extremamente direta e comunicativa com o solo. A suspensão vai pelo mesmo caminho ao transmitir para os ocupantes boa parte do que acontece debaixo dos pneus, como os recorrentes buracos e imperfeições na via. Para evitar patinagens e subesterços, a marca adiciona ao modelo a tecnologia ARB, que melhora a tração e promete aumentar a autonomia da bateria em pisos de baixa aderência, já que as patinagens podem desperdiçar energia. Segundo a fabricante, a velocidade de reação do sistema é cerca de 10 vezes mais rápida em relação ao sistema anterior. Letras “S” espalhadas pelo veículo são pintados em tom chamativo de amarelo Divulgação/Mini De acordo com a Mini, a autonomia do Cooper S E é de 234 km no modo intermediário Mid, mas que pode ser ainda maior nos modos Green e Green+, que limitam o desempenho e o funcionamento de equipamentos. Na Green+, por exemplo, são desativados ar-condicionado, ar quente e aquecimento dos bancos. Na prática, porém, a carga parece se esvaziar mais rápido do que o previsto pela marca, forçando o motorista a dosar a pressão feita no acelerador. Mesmo com modo Green+ e mantendo 80 km/h, a autonomia não passou dos 180 km no nosso uso. Também vale reforçar a proposta urbana do Mini elétrico. Caso você compre um, é bom não arriscar pegar a estrada, mesmo que para as cidades vizinhas na rodovia, a bateria se esgota rápido e pode não ter um carregador ao alcance. Autonomia declarada é de 234 km, mas bateria se esvazia mais rápido do que deveria Divulgação/Mini São três as possibilidades de recarga do modelo. Na rápida, chamada de DC e com cerca de 50 kW, a marca diz que o carregamento de 0 a 80% pode ser feito em aproximadamente 29 minutos; na lenta, de 11 kW e chamada de AC, a mesma tarefa é cumprida em cerca de 2h10; já em uma tomada convencional/residencial, são 14h. As recargas podem ser, inclusive, agendadas. Outro destaque está no fato de o Cooper S E ser o primeiro elétrico do Grupo BMW a ter dois níveis de regeneração de energia por desacelerações. O sistema busca regenerar a energia cinética gerada pelas frenagens e/ou desacelerações, as transformando em energia elétrica para recarregar a bateria. Em postos de recarga rápida, o Cooper S E pode ir de 0 a 80% em 29 minutos Divulgação/Mini Assim, o modelo tem o modo de baixa regeneração, com atuação mais discreta e menor recuperação de energia, e o modo de alta regeneração. Neste último, o interessante conceito de “one-pedal feeling” é exaltado o carro desacelera instantaneamente e, por isso, acende as luzes de freio assim que o motorista tira o pé do acelerador. Ou seja, é possível dirigir utilizando apenas um pedal, o do acelerador. Porém, o uso do “one-pedal” tem maior eficiência e praticidade em ciclos urbanos. Em rodovias é melhor andar com o modo de baixa regeneração ativo, já que as velocidades são mais altas e constantes, e desacelerações abruptas podem se tornar perigosas. Testes de desempenho Aceleração 0 a 100 km/h 7,4 s 0 a m 30 s – 150,5 km/h Velocidade Máxima 150 km/h dado de fábrica Retomada D 40 a 80 km/h 2,9 s D 60 a 100 km/h 3,8 s D 80 a 120 km/h 4,8 s Frenagens 60/80/120 km/h – 0 m 14/25,3/58,4 m Consumo Urbano 7,7 km/kWh Rodoviário 6,5 km/kWh Ruído Interno Neutro/rpm máx. – 80/120 km/h 67/70,7 dBA Aferição Velocidade real a 100 km/h 98 km/h Rotação do motor a 100 km/h – Volante 2,5 voltas Condições do teste alt. 660 m; temp., 25 °C; umid. relat., 47%; press., mmHg Ficha Técnica Preço a partir de R$ Motor elétrico, dianteiro, 184 cv, 27,5 kgfm. Baterias íons de lítio, 32,6 kWh Autonomia 234 km ciclo WLTP Tempo de recarga recarga rápida DC 50kW 0-80%, 29min; terminal 11kW trifásico 0-80%, 2h10; residencial 1,8 kW 0-80%, 14h. Câmbio marcha à frente e uma à ré, tração dianteira. Freios a disco nas quatro rodas; Direção elétrica; Pneus e rodas 205/45 R16, liga leve. Velocidade máxima 150 km/h. Dimensões comprimento, 385 cm; largura, 172,7 cm excluindo retrovisores; altura, 143,2 cm; entre-eixos, 249,5 cm; porta-malas, 211 litros.; peso, kg; Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital. Continua após a publicidade Os automóveis estão mudando. O tempo todo. Acompanhe por QUATRO RODAS e também tenha acesso aos conteúdos digitais de todos os outros títulos Abril* Lançamentos, comparativos, notícias e o conteúdo certo para cuidar bem do seu carro ou escolher melhor o próximo. *Acesso digital ilimitado aos sites e às edições das revistas digitais nos apps Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH. * Pagamento anual de R$ 96, equivalente a R$ 2 por semana.